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sexta-feira, 17 de julho de 2026
mestres TOSIHIRO na Austrália
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relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
16:16
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quinta-feira, 16 de julho de 2026
Quando e Como Começa a Paternidade
Conversa no Modo IA: Paternidade A compreensão da paternidade, quando, como e os efeitos sociais, livros especiais filmes
Você disse: Paternidade A compreensão da paternidade, quando, como e os efeitos sociais, livros especiais filmes
A compreensão da paternidade evoluiu de um papel puramente financeiro para uma participação ativa e afetiva. [1]
Abaixo, veja as principais fases, impactos e recomendações culturais sobre o tema.
Quando e Como Começa a Paternidade
- Na gestação: O vínculo inicia com o apoio à parceira.
- Presença nas consultas: Fortalece a conexão com o bebê.
- No nascimento: O contato pele a pele gera conexões imediatas.
- Cuidado diário: Dar banho e trocar fraldas constrói o apego.
- Paternidade socioafetiva: Ocorre pelo afeto, independentemente de laço biológico. [1, 2, 3]
Efeitos Sociais da Paternidade Ativa
- Desenvolvimento infantil: Melhora o desempenho escolar das crianças.
- Saúde mental: Reduz índices de ansiedade nos filhos.
- Igualdade de gênero: Divide a carga do trabalho doméstico.
- Mudança corporativa: Pressiona por licenças-paternidade mais longas.
- Bem-estar masculino: Diminui comportamentos de risco nos homens. [1]
Livros Especiais sobre Paternidade
- O Papai é Pop (Piangers): Crônicas bem-humoradas sobre o cotidiano com as filhas.
- Paternidades Poéticas (Tiago Koch): Reflexões profundas sobre masculinidade e afeto.
- Diário de Bordo do Parto (Luciano Mandelli): Guia prático para homens na gestação.
- O Homem Emocional (Alfonso Geiche): Análise sobre os sentimentos masculinos na criação. [1, 2]
Filmes Recomendados
- À Procura da Felicidade: Mostra o sacrifício e amor resiliente de um pai.
- Capitão Fantástico: Questiona os limites da educação e proteção paterna.
- Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas: Explora a reconciliação entre pai e filho.
- Kramer vs. Kramer: Aborda a descoberta da rotina paterna após o divórcio.
Se quiser aprofundar, me avise se você prefere focar em livros teóricos ou guias práticos para grávidos.
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Você disse: Opinmião de engels
Para Friedrich Engels, a paternidade e a família monogâmica tradicional não são instituições naturais ou biológicas, mas sim produtos econômicos e históricos criados para proteger a propriedade privada. [1]
Sua visão sobre o tema foi detalhada em uma de suas obras mais famosas, A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado (1884). Abaixo, veja os pontos centrais da análise de Engels sobre a paternidade: [1, 2]
1. A Transição do Direito Materno para o Paterno
- O Comunismo Primitivo: Nas sociedades antigas, a linhagem e o parentesco eram definidos pela mãe (matriarcado), pois os casamentos ocorriam em grupos e não era possível determinar com certeza quem era o pai biológico. [1, 2]
- A Grande Derrota Feminina: Com a domesticação de animais e o acúmulo de excedentes, os homens passaram a deter a riqueza material. Para transmitir esses bens aos seus próprios filhos biológicos, os homens derrubaram o direito materno e instituíram o direito paterno. Engels chamou essa transição de "a derrota histórica mundial do sexo feminino". [1, 2, 3]
2. A Paternidade como Controle Econômico
- Exigência de Monogamia: Para que o pai tivesse certeza absoluta de sua paternidade e pudesse garantir a herança de seus bens, a sociedade passou a exigir a monogamia estrita — mas apenas da mulher. [1, 2]
- Função da Família Burguesa: A paternidade, no modelo capitalista, transformou-se em uma chefia patriarcal, onde a esposa e os filhos passaram a funcionar quase como propriedades privadas do homem. [1, 2, 3]
3. O Futuro da Família e da Criação dos Filhos
- Socialização do Cuidado: Engels defendia que, com o fim do capitalismo e da propriedade privada, a família deixaria de ser uma unidade econômica de opressão. [1, 2]
- Fim do Egoísmo Familiar: Em uma sociedade socialista, a educação e o cuidado com as crianças passariam a ser uma responsabilidade coletiva e pública, libertando as mulheres da servidão doméstica e permitindo que os laços afetivos (incluindo a paternidade) existissem puramente por amor, e não por obrigações financeiras ou de herança. [1, 2]
Se você tiver interesse, posso sugerir uma lista de leitura com textos fundamentais do marxismo sobre o tema ou resumir as críticas modernas à teoria de Engels. Qual caminho prefere seguir?
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Você disse: quem defendeu sen timentos biol´[ogicasdso
A defesa de que o comportamento, os afetos e os papéis de gênero (incluindo a paternidade e a maternidade) possuem raízes biológicas, genéticas e evolutivas é sustentada principalmente por cientistas e teóricos de três grandes áreas: a Sociobiologia, a Psicologia Evolucionista e o Determinismo Biológico. [1, 2, 3, 4, 5]
Ao contrário de Engels (que via tudo como uma construção econômica), esses pensadores afirmam que os sentimentos e os laços familiares existem para garantir a sobrevivência e a reprodução da espécie humana. [1, 2]
Abaixo, veja os principais nomes e defensores dessa visão biológica:
1. E. O. Wilson e a Sociobiologia
- Quem foi: Edward Osborne Wilson foi um biólogo norte-americano que fundou a Sociobiologia na década de 1970.
- O que defendia: Ele argumentava que o comportamento social humano — incluindo o altruísmo, a agressividade e o cuidado dos pais com os filhos — é fortemente influenciado pela herança genética e pela seleção natural. Para Wilson, a biologia dita a base das nossas estruturas sociais. [1, 2]
2. Richard Dawkins e o "Gene Egoísta"
- Quem é: Um dos biólogos evolutivos mais famosos do mundo.
- O que defendia: Em seu livro O Gene Egoísta (1976), Dawkins explica que os seres vivos são "máquinas de sobrevivência" criadas pelos genes para se replicarem.
- O afeto como estratégia: Sob essa ótica, o "sentimento" de amor de um pai ou de uma mãe pelo filho nada mais é do que um mecanismo biológico programado. O pai protege o filho porque o filho carrega 50% dos seus genes. Garantir a sobrevivência do filho é garantir que os próprios genes continuem existindo nas próximas gerações.
3. Psicologia Evolucionista (Leda Cosmides e John Tooby)
- O foco: Esta vertente da psicologia defende que a mente humana possui módulos biológicos inatos moldados ao longo de milhares de anos para resolver problemas de sobrevivência na pré-história. [1, 2]
- Visão sobre a paternidade: Diferente de outras espécies de mamíferos, o ser humano nasce muito indefeso e exige anos de cuidado. Por isso, a evolução selecionou homens que desenvolvessem sentimentos de apego e o impulso biológico de proteger e alimentar a prole, pois os filhos de pais presentes tinham mais chances de sobreviver na savana africana.
4. Harry Harlow (O afeto como necessidade biológica)
- Quem foi: Um psicólogo americano famoso por experimentos na década de 1958.
- O que provou: Harlow demonstrou que o afeto e o contato físico são necessidades biológicas primárias. Em testes com filhotes de macacos, ele provou que os bebês preferiam o aconchego de uma mãe feita de pano macio do que uma mãe de arame que apenas fornecia leite. Ele mostrou que o cérebro dos mamíferos é biologicamente programado para buscar conexão e segurança emocional. [1]
Resumo do Embate: Engels vs. Biólogos
Engels (Visão Social/Econômica): O pai quer controlar o filho para passar a sua propriedade privada e o dinheiro. A paternidade é um contrato de herança econômica.
Se quiser continuar explorando, você gostaria de ver como a ciência moderna tenta equilibrar a biologia com a cultura ou prefere entender as críticas que esses cientistas biológicos sofreram?
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relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
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22:42
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